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http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/pesquisas/2010/1turno/governador.jhtm
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Beto Richa lidera pesquisa para o governo do Paraná, diz Ibope
Em meio a suspeitas de caixa dois na campanha eleitoral, o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), lidera a pesquisa de intenção de voto para o governo do Paraná realizada pelo Ibope a pedido da rádio BandNews. Segundo o levantamento, o tucano aparece na frente com mais de 60% nos dois cenários em que seu nome foi incluído.
No primeiro cenário, Richa aparece na frente com 63% das intenções de voto, seguido pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), com 14%, e pelo vice-governador Orlando Pessuti (PMDB), com 4%. Os brancos e nulos somam 13% e os que não sabem ou não responderam, 6%.
No segundo cenário, quando o nome de Osmar Dias é trocado pelo da petista Gleisi Hoffman, o prefeito também está na frente com 65% do eleitorado. Gleisi aparece em segundo, com 12%; e Pessuti em terceiro, com 5%. Os brancos e nulos somam 11% e os que não sabem ou não responderam, 6%.
O Ibope apresentou outros dois cenários nos quais Richa é substituído pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que também aparece na frente com mais de 30%. Na primeira lista, Álvaro Dias tem 30%, seguido por Osmar Dias, com 26%. Pessuti aparece em terceiro, com 8%. Os brancos e nulos somam 23% e os que não sabem ou não responderam, 10%.
Na segundo lista, Álvaro Dias lidera com 39%, Gleisi tem 18%, e Pessuti 8%. Os brancos e nulos somam 22% e os que não sabem ou não responderam, 12%.
O Ibope ouviu 805 eleitores entre os dias 16 e 18 de julho de 2009. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, considerando um grau de confiança de 95%.
Férias
Richa saiu de férias no último dia 12 e só volta ao Brasil no dia 25. Ele viajou para a Europa com a mulher, Fernanda Richa, e os filhos sem compromissos oficiais.
Richa saiu de férias durante o recesso na Câmara Municipal, que esfriou a possibilidade de ser instalada uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigá-lo das suspeitas de fazer caixa dois para financiar sua reeleição em 2008.
Para que a CPI seja instalada, são necessárias as adesões de pelo menos 13 dos 38 vereadores da Câmara. A oposição, no entanto, só conseguiu colher seis assinaturas até agora.
As suspeitas contra Richa aumentaram após a divulgação de um vídeo em que aliados de Richa tentavam desqualificar as suspeitas de caixa dois.
As imagens, no entanto, apontam novas irregularidades, como fraudes na arrecadação de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) para alimentar a campanha tucana. O esquema teria gerado R$ 334 mil para a campanha de Richa, segundo reportagem da Folha.
No primeiro cenário, Richa aparece na frente com 63% das intenções de voto, seguido pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), com 14%, e pelo vice-governador Orlando Pessuti (PMDB), com 4%. Os brancos e nulos somam 13% e os que não sabem ou não responderam, 6%.
No segundo cenário, quando o nome de Osmar Dias é trocado pelo da petista Gleisi Hoffman, o prefeito também está na frente com 65% do eleitorado. Gleisi aparece em segundo, com 12%; e Pessuti em terceiro, com 5%. Os brancos e nulos somam 11% e os que não sabem ou não responderam, 6%.
O Ibope apresentou outros dois cenários nos quais Richa é substituído pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que também aparece na frente com mais de 30%. Na primeira lista, Álvaro Dias tem 30%, seguido por Osmar Dias, com 26%. Pessuti aparece em terceiro, com 8%. Os brancos e nulos somam 23% e os que não sabem ou não responderam, 10%.
Na segundo lista, Álvaro Dias lidera com 39%, Gleisi tem 18%, e Pessuti 8%. Os brancos e nulos somam 22% e os que não sabem ou não responderam, 12%.
O Ibope ouviu 805 eleitores entre os dias 16 e 18 de julho de 2009. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, considerando um grau de confiança de 95%.
Férias
Richa saiu de férias no último dia 12 e só volta ao Brasil no dia 25. Ele viajou para a Europa com a mulher, Fernanda Richa, e os filhos sem compromissos oficiais.
Richa saiu de férias durante o recesso na Câmara Municipal, que esfriou a possibilidade de ser instalada uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigá-lo das suspeitas de fazer caixa dois para financiar sua reeleição em 2008.
Para que a CPI seja instalada, são necessárias as adesões de pelo menos 13 dos 38 vereadores da Câmara. A oposição, no entanto, só conseguiu colher seis assinaturas até agora.
As suspeitas contra Richa aumentaram após a divulgação de um vídeo em que aliados de Richa tentavam desqualificar as suspeitas de caixa dois.
As imagens, no entanto, apontam novas irregularidades, como fraudes na arrecadação de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) para alimentar a campanha tucana. O esquema teria gerado R$ 334 mil para a campanha de Richa, segundo reportagem da Folha.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Tribunal, como mecanismo de controle de abuso do poder político, cassa governador de Tocantins
da Folha Online
Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram na madrugada desta quinta-feira cassar o mandato do governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), e de seu vice por prática de abuso de poder político durante as eleições de 2006.
Ele e Paulo Sidnei Antunes (PPS) foram acusados de prometer vantagens a eleitores, distribuir bens e serviços custeados pelo poder público, utilizar indevidamente de meios de comunicação e distribuir gratuitamente casas, óculos e cestas básicas, além de realizar consultas médicas. Apesar da decisão, Miranda fica no cargo até o julgamento final dos recursos.
A denúncia foi apresentada pelo segundo colocado nas eleições, José Wilson Siqueira Campos. Após uma sessão que durou várias horas, os ministros seguiram, por unanimidade, o voto do relator, ministro Felix Fischer, que pedia a cassação do governador.
Em seu parecer, o vice-procurador-geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho, recomendou novo pleito no Estado. Miranda foi eleito no primeiro turno com 51,48% dos votos válidos, o que representa 340.825 votos. Por isso, o vice-procurador sugeriu a aplicação do artigo 224 do Código Eleitoral, que determina a realização de nova eleição quando forem anulados mais da metade dos votos válidos.
Pinheiro Filho ressaltou, porém, que, caso o TSE decida por nova eleição, Miranda não poderá disputar. "Evidentemente, na hipótese de realização de novo pleito majoritário, dele não poderá participar o governador cassado, por ter dado causa à nulidade", afirmou.
Denúncias
Na segunda-feira, após novas acusações, as denúncias contra Miranda tomaram força. Comprovantes de pagamentos feitos pelo gabinete do governador e o depoimento de um ex-servidor à Polícia Federal apontam que despesas como reformas, manutenção e compra de produtos de conservação para propriedades do peemedebista e de assessores podem ter sido pagas com dinheiro público.
Os documentos foram entregues à PF pelo ex-servidor Valdeilton Santos Nascimento, que disse em depoimento no último dia 5 que foram gastos R$ 30 mil em reparos na chácara de Miranda para o aniversário de sua filha, em 2008.
O secretário-chefe do gabinete do governador, Luiz Antônio da Rocha, negou as irregularidades apontadas por Nascimento, mas afirmou que determinará a abertura de sindicância para apurar as denúncias do ex-servidor.
Além de Miranda, o TSE cassou outros dois governadores: Cássio Cunha Lima (PSDB), da Paraíba, e Jackson Lago (PDT), do Maranhão. Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina, e Waldez Góes (PDT), do Amapá, acabaram absolvidos em processos semelhantes.
Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram na madrugada desta quinta-feira cassar o mandato do governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), e de seu vice por prática de abuso de poder político durante as eleições de 2006.
Ele e Paulo Sidnei Antunes (PPS) foram acusados de prometer vantagens a eleitores, distribuir bens e serviços custeados pelo poder público, utilizar indevidamente de meios de comunicação e distribuir gratuitamente casas, óculos e cestas básicas, além de realizar consultas médicas. Apesar da decisão, Miranda fica no cargo até o julgamento final dos recursos.
A denúncia foi apresentada pelo segundo colocado nas eleições, José Wilson Siqueira Campos. Após uma sessão que durou várias horas, os ministros seguiram, por unanimidade, o voto do relator, ministro Felix Fischer, que pedia a cassação do governador.
Em seu parecer, o vice-procurador-geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho, recomendou novo pleito no Estado. Miranda foi eleito no primeiro turno com 51,48% dos votos válidos, o que representa 340.825 votos. Por isso, o vice-procurador sugeriu a aplicação do artigo 224 do Código Eleitoral, que determina a realização de nova eleição quando forem anulados mais da metade dos votos válidos.
Pinheiro Filho ressaltou, porém, que, caso o TSE decida por nova eleição, Miranda não poderá disputar. "Evidentemente, na hipótese de realização de novo pleito majoritário, dele não poderá participar o governador cassado, por ter dado causa à nulidade", afirmou.
Denúncias
Na segunda-feira, após novas acusações, as denúncias contra Miranda tomaram força. Comprovantes de pagamentos feitos pelo gabinete do governador e o depoimento de um ex-servidor à Polícia Federal apontam que despesas como reformas, manutenção e compra de produtos de conservação para propriedades do peemedebista e de assessores podem ter sido pagas com dinheiro público.
Os documentos foram entregues à PF pelo ex-servidor Valdeilton Santos Nascimento, que disse em depoimento no último dia 5 que foram gastos R$ 30 mil em reparos na chácara de Miranda para o aniversário de sua filha, em 2008.
O secretário-chefe do gabinete do governador, Luiz Antônio da Rocha, negou as irregularidades apontadas por Nascimento, mas afirmou que determinará a abertura de sindicância para apurar as denúncias do ex-servidor.
Além de Miranda, o TSE cassou outros dois governadores: Cássio Cunha Lima (PSDB), da Paraíba, e Jackson Lago (PDT), do Maranhão. Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina, e Waldez Góes (PDT), do Amapá, acabaram absolvidos em processos semelhantes.
sábado, 2 de maio de 2009
Após Cunha Lima e Jackson Lago, TSE pode cassar mais oito governadores
da Folha Online
Após cassar o mandato de Cássio Cunha Lima (PSDB), ex-governador da Paraíba, e de Jackson Lago (PDT), ex-governador do Maranhão, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai julgar processos contra outros oito governadores, que também estão ameaçados de perderem seus cargos.
Estão sob ameaça de perderem seus mandatos os governadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina; Ivo Cassol (sem partido), de Rondônia; Marcelo Déda (PT), de Sergipe; Marcelo Miranda (PMDB), de Tocantins; José de Anchieta Júnior (PSDB), de Roraima; Waldez Goés (PDT), do Amapá; e os recém empossados José Maranhão (PMDB), da Paraíba, e Roseana Sarney (PMDB), do Maranhão.
Maranhão foi empossado em fevereiro deste ano após Cunha Lima ter o mandato cassado pelo TSE. Agora, responde a um processo de cassação apresentado pelo PSDB. O partido alega que Maranhão foi beneficiado por interferência dos veículos de comunicação ligados ao seu suplente no Senado, Roberto Cavalcanti (PRB-PB).
Os partidos de oposição no Maranhão, PSDB, PSB e PT, ingressaram com uma ação no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) pedindo a cassação do diploma de Roseana, que no mês passado assumiu o governo no lugar de Jackson Lago. Os partidos argumentam que a governadora cometeu irregularidades nas eleições de 2006.
O governador de Santa Catarina é acusado de abuso de poder e propaganda ilegal durante campanha eleitoral. Já o de Sergipe responde a processos por abusos de poder econômico e político, assim como o do Amapá, que também é acusado de conduta proibida a agente público.
Em fevereiro do ano passado, o processo contra Luiz Henrique foi iniciado e interrompido. Na ação, o peemedebista é acusado de uso indevido dos meios de comunicação, propaganda eleitoral ilegal do governo em jornais do Estado, emissoras de rádio e televisão --supostamente com as despesas pagas pelos cofres públicos.
Já o governador de Rondônia contabiliza uma vitória, pois obteve no TSE liminar suspendendo a execução de decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Rondônia, que determinava o afastamento dele do cargo. Cassol é acusado de abuso econômico e compra de votos.
O governador de Sergipe responde a processo por propaganda irregular na campanha eleitoral de 2006. O governador de Tocantins também é processado no TSE sob a acusação de realização de propaganda eleitoral irregular e utilização ilegal de meios de comunicação.
O governador de Roraima é acusado no processo contra o governador Ottomar Pinto (PSDB), que morreu em 2007. Como Anchieta assumiu o lugar de Ottomar, o Ministério Público Eleitoral entende que o processo deve ser transferido para Anchieta. Ottomar é acusado de ter distribuído geladeiras e outros bens no Dia das Mães de 2006, o que configuraria crime eleitoral.
Após cassar o mandato de Cássio Cunha Lima (PSDB), ex-governador da Paraíba, e de Jackson Lago (PDT), ex-governador do Maranhão, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vai julgar processos contra outros oito governadores, que também estão ameaçados de perderem seus cargos.
Estão sob ameaça de perderem seus mandatos os governadores Luiz Henrique da Silveira (PMDB), de Santa Catarina; Ivo Cassol (sem partido), de Rondônia; Marcelo Déda (PT), de Sergipe; Marcelo Miranda (PMDB), de Tocantins; José de Anchieta Júnior (PSDB), de Roraima; Waldez Goés (PDT), do Amapá; e os recém empossados José Maranhão (PMDB), da Paraíba, e Roseana Sarney (PMDB), do Maranhão.
Maranhão foi empossado em fevereiro deste ano após Cunha Lima ter o mandato cassado pelo TSE. Agora, responde a um processo de cassação apresentado pelo PSDB. O partido alega que Maranhão foi beneficiado por interferência dos veículos de comunicação ligados ao seu suplente no Senado, Roberto Cavalcanti (PRB-PB).
Os partidos de oposição no Maranhão, PSDB, PSB e PT, ingressaram com uma ação no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) pedindo a cassação do diploma de Roseana, que no mês passado assumiu o governo no lugar de Jackson Lago. Os partidos argumentam que a governadora cometeu irregularidades nas eleições de 2006.
O governador de Santa Catarina é acusado de abuso de poder e propaganda ilegal durante campanha eleitoral. Já o de Sergipe responde a processos por abusos de poder econômico e político, assim como o do Amapá, que também é acusado de conduta proibida a agente público.
Em fevereiro do ano passado, o processo contra Luiz Henrique foi iniciado e interrompido. Na ação, o peemedebista é acusado de uso indevido dos meios de comunicação, propaganda eleitoral ilegal do governo em jornais do Estado, emissoras de rádio e televisão --supostamente com as despesas pagas pelos cofres públicos.
Já o governador de Rondônia contabiliza uma vitória, pois obteve no TSE liminar suspendendo a execução de decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Rondônia, que determinava o afastamento dele do cargo. Cassol é acusado de abuso econômico e compra de votos.
O governador de Sergipe responde a processo por propaganda irregular na campanha eleitoral de 2006. O governador de Tocantins também é processado no TSE sob a acusação de realização de propaganda eleitoral irregular e utilização ilegal de meios de comunicação.
O governador de Roraima é acusado no processo contra o governador Ottomar Pinto (PSDB), que morreu em 2007. Como Anchieta assumiu o lugar de Ottomar, o Ministério Público Eleitoral entende que o processo deve ser transferido para Anchieta. Ottomar é acusado de ter distribuído geladeiras e outros bens no Dia das Mães de 2006, o que configuraria crime eleitoral.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
André palestra hoje no Fórum de Governadores, no Rio
Fernanda França
O governador André Puccinelli (PMDB) estará no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, onde será o palestrante do Fórum dos Governadores, promovido pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil).
O projeto impulsiona o debate sobre modelos e projetos que deram certo nos estados.
Os chefes de Estado expõem idéias, opiniões e novos projetos. A mesa debatedora é composta por grandes personalidades do cenário político, jurídico e empresarial, o que reforça ainda mais as discussões propostas.
O Fórum, que acontece desde 2005, terá como tema este ano “O Brasil que nós queremos”. Esta é a quinta edição do III Ciclo do Fórum dos Governadores ADVB, que foi aberta no dia 17 deste mês, com a palestra do governador do Amazonas, Eduardo Braga.
As propostas apresentadas e defendidas pelos governadores irão constar da “Carta do Rio de Janeiro”, que deverá ser entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao final do terceiro Ciclo do projeto.
O governador André Puccinelli (PMDB) estará no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, onde será o palestrante do Fórum dos Governadores, promovido pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil).
O projeto impulsiona o debate sobre modelos e projetos que deram certo nos estados.
Os chefes de Estado expõem idéias, opiniões e novos projetos. A mesa debatedora é composta por grandes personalidades do cenário político, jurídico e empresarial, o que reforça ainda mais as discussões propostas.
O Fórum, que acontece desde 2005, terá como tema este ano “O Brasil que nós queremos”. Esta é a quinta edição do III Ciclo do Fórum dos Governadores ADVB, que foi aberta no dia 17 deste mês, com a palestra do governador do Amazonas, Eduardo Braga.
As propostas apresentadas e defendidas pelos governadores irão constar da “Carta do Rio de Janeiro”, que deverá ser entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao final do terceiro Ciclo do projeto.
domingo, 26 de abril de 2009
Anvisa reforça controle de qualidade do açaí para evitar contaminação pelo barbeiro
da Agência Brasil
Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou ainda que a transmissão tradicional da doença pela picada do barbeiro está em fase de eliminação. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou Mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto têm a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia, pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.
Para garantir segurança alimentar aos consumidores de açaí, as ações das equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm sido fortalecidas nos Estados que fabricam o produto. O objetivo é garantir mais qualidade e evitar, sobretudo, a contaminação do açaí pelo barbeiro, inseto transmissor da doença de Chagas.
A informação é do diretor de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Hage que participou, na semana passada, em Belém (PA), de programação em comemoração ao centenário da descoberta da doença no país.
Hage ressaltou ainda que a transmissão tradicional da doença pela picada do barbeiro está em fase de eliminação. Mas, segundo ele, a outra forma de transmissão desse mal, por via oral, ainda vem sendo registrada, apesar dos avanços obtidos em âmbito nacional no controle da doença.
Em 2006, foram registrados 91 casos e quatro mortes. Em 2007, o número de mortes decorrentes de doença de Chagas se manteve em quatro, mas os registros da doença alcançaram a marca dos 123 casos. O Pará está entre os Estados mais atingidos. No ano passado, por exemplo, 93 casos foram confirmados no Estado, sendo que um dos doentes morreu.
"A transmissão via oral da doença se dá pela ingestão de alimentos contaminados pelo barbeiro. Na região amazônica, especialmente no Pará, o principal exemplo dessa contaminação se dá pelo açaí que, em alguns casos, é feito em condições inadequadas. A vigilância sanitária, feita desde o processamento das polpas, até a sua comercialização é uma das medidas adotadas para evitar esse problema", disse.
A tripanossomíase americana, mais conhecida como doença ou Mal de Chagas, é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. A doença apresenta uma fase aguda, que pode ser identificada ou não, e com tendência à evolução para formas crônicas (indeterminada, cardíaca, digestiva), caso não seja tratada de forma precoce, com medicamento específico. O inseto têm a mata como ambiente natural.
"O açaí é produzido exatamente onde os barbeiros silvestres vivem. Por isso, uma das medidas para evitar a contaminação é o controle da colheita desse fruto, para que ele seja coletado, armazenado e distribuído de forma adequada. Até 2005, a Amazônia era considerada uma área endêmica, mas nesse mesmo ano, teve início na região a implantação de uma vigilância baseada na detecção de casos de doença de Chagas de forma integrada à vigilância da malária.", disse Hage.
Para ter certeza de que o açaí está limpo e livre do barbeiro, a pessoa deve buscar o selo de qualidade emitido pela vigilância sanitária. Além disso, segundo informações do Ministério da Saúde, algumas pesquisas feitas na Amazônia, pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Federal do Pará, para desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas para produção desses alimentos em escala comercial também estão contribuindo para a eliminação do problema.
A investigação dos reservatórios de água constituem-se em um novo campo de pesquisa, que leva em consideração as condições de fauna e flora e os efeitos da degradação ambiental sobre a transmissão da doença. Atualmente, o país tem aproximadamente 2,5 milhões de portadores da doença crônica.
A doença de Chagas foi identificada em abril de 1909 pelo cientista brasileiro Carlos Chagas a partir de estudos feitos com amostras de sangue de uma criança de dois anos de idade, que morava em Minas Gerais. Problema cardíacos são comuns aos infectados, já que a gravidade da moléstia deteriora os tecidos do coração. O agravamento da doença em fase crônica ocorre em aproximadamente 30% das pessoas infectadas.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Estados ganham socorro de R$ 4 bi Linha de crédito usará dinheiro de fundo do trabalhador
Folha de S. Paulo
Eliane Cantanhêde
Para o Congresso, o céu não é o limite
Brasília criou uma cultura de viagens, em especial para o Rio. Todos viajam muito. O que não se sabia é o quanto o erário paga. A indústria de passagens é a partir do Congresso, mas não só ali.
Nem o TCU, que auxilia os congressistas a vigiar o uso do dinheiro da União, escapa. Agora, é criar um TCU para o TCU. O céu não é o limite para o caos aéreo e ético do Congresso. (págs. 1 e A2)
Doação ilegal a políticos foi feita por mais de 70 sindicatos
Pelo menos 73 sindicatos fizeram doações a candidatos nas quatro últimas eleições, apesar de proibição na Lei Eleitoral. Os dados são de prestações de contas oficiais. Políticos de todo o país receberam ao todo R$ 246 mil, segundo os registros.
Na maioria dos casos detectados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, os candidatos devolveram o dinheiro ou disseram ter cometido equívoco ao prestar contas. A lei prevê que infratores sejam processados por abuso do poder econômico. (págs. 1 e A6)
------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Brasil
Manchete: Estados ganham socorro de R$ 4 bi
Linha de crédito usará dinheiro de fundo do trabalhador
Os estados e o Distrito Federal terão acesso a uma linha de crédito do governo federal no valor de R$ 4 bilhões. Bahia, Ceará e Maranhão receberão, sozinhos, R$ 958 milhões. O Rio de Janeiro terá acesso a R$ 61 milhões. A repartição do empréstimo obedece às mesmas proporções de repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) estabelecidas pelo Tribunal de Contas da União. O financiamento com juros subsidiados do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ajudará os governos a compensarem as perdas de arrecadação decorrentes da crise e manterem os programas de investimentos. (págs. 1 e Economia A19)
Sociedade aberta: Gláucio Ary Dillon Soares
Sociólogo
1964: a repressão militar e o desequilíbrio de poderes. (págs. 1 e A10)
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Correio Braziliense
Manchete: Nascidos para amar Brasília
Hoje, 21 de abril de 2009, o Correio mostra a grandeza de Brasília a partir de seus personagens. Quarenta e nove brasilienses, um nascido em cada ano, oferecem suas histórias pessoais que, somadas, resultam no mosaico orgulhosamente chamado de nossa cidade. Eles relatam a forma como se relacionam com o concreto armado em linhas improváveis, com os amplos gramados a dividir prédios e vias, com as pessoas e os lugares que fazem parte da cidade-monumento. É a saga da jovem capital que acolhe bebês como Isabel, Beatriz e Samuel. Parabéns para ela! (págs. 1 e Suplemento especial)
No vermelho
Previdência tem arrecadação recorde em março, mas registra déficit de R$ 3 bi por causa do mínimo (págs. 1 e 25)
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Estado de Minas
Manchete: Tiradentes: O homem e o mito (pág. 1)
Eliane Cantanhêde
Para o Congresso, o céu não é o limite
Brasília criou uma cultura de viagens, em especial para o Rio. Todos viajam muito. O que não se sabia é o quanto o erário paga. A indústria de passagens é a partir do Congresso, mas não só ali.
Nem o TCU, que auxilia os congressistas a vigiar o uso do dinheiro da União, escapa. Agora, é criar um TCU para o TCU. O céu não é o limite para o caos aéreo e ético do Congresso. (págs. 1 e A2)
Doação ilegal a políticos foi feita por mais de 70 sindicatos
Pelo menos 73 sindicatos fizeram doações a candidatos nas quatro últimas eleições, apesar de proibição na Lei Eleitoral. Os dados são de prestações de contas oficiais. Políticos de todo o país receberam ao todo R$ 246 mil, segundo os registros.
Na maioria dos casos detectados pelos Tribunais Regionais Eleitorais, os candidatos devolveram o dinheiro ou disseram ter cometido equívoco ao prestar contas. A lei prevê que infratores sejam processados por abuso do poder econômico. (págs. 1 e A6)
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Jornal do Brasil
Manchete: Estados ganham socorro de R$ 4 bi
Linha de crédito usará dinheiro de fundo do trabalhador
Os estados e o Distrito Federal terão acesso a uma linha de crédito do governo federal no valor de R$ 4 bilhões. Bahia, Ceará e Maranhão receberão, sozinhos, R$ 958 milhões. O Rio de Janeiro terá acesso a R$ 61 milhões. A repartição do empréstimo obedece às mesmas proporções de repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) estabelecidas pelo Tribunal de Contas da União. O financiamento com juros subsidiados do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ajudará os governos a compensarem as perdas de arrecadação decorrentes da crise e manterem os programas de investimentos. (págs. 1 e Economia A19)
Sociedade aberta: Gláucio Ary Dillon Soares
Sociólogo
1964: a repressão militar e o desequilíbrio de poderes. (págs. 1 e A10)
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Correio Braziliense
Manchete: Nascidos para amar Brasília
Hoje, 21 de abril de 2009, o Correio mostra a grandeza de Brasília a partir de seus personagens. Quarenta e nove brasilienses, um nascido em cada ano, oferecem suas histórias pessoais que, somadas, resultam no mosaico orgulhosamente chamado de nossa cidade. Eles relatam a forma como se relacionam com o concreto armado em linhas improváveis, com os amplos gramados a dividir prédios e vias, com as pessoas e os lugares que fazem parte da cidade-monumento. É a saga da jovem capital que acolhe bebês como Isabel, Beatriz e Samuel. Parabéns para ela! (págs. 1 e Suplemento especial)
No vermelho
Previdência tem arrecadação recorde em março, mas registra déficit de R$ 3 bi por causa do mínimo (págs. 1 e 25)
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Estado de Minas
Manchete: Tiradentes: O homem e o mito (pág. 1)
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